Neste primeiro mês do ano, comemora-se o Janeiro Branco

O que é, quando, para que, por que no primeiro mês do ano e onde surgiu o movimento “Janeiro Branco”?. Trata-se de uma campanha projetada em 2013, na cidade de Uberlândia, iniciada em janeiro de 2014, com o objetivo de chamar a atenção de toda a sociedade brasileira para a importância de todos os assuntos relacionados ao universo da Saúde e, em especial, à Saúde Mental. Janeiro porque, além da celebração da passagem de ano, revestido de um espírito de confraternização, de fé e esperança por novas mudanças em favor da humanidade, vislumbra-se, nesta perspectiva, a possibilidade de incluir um tema que interessa a todas as pessoas de todo o mundo: o cuidado com a saúde mental individual e da sociedade.

E entre os objetivos norteadores da campanha, destacam-se 5 (cinco), lembrados pelos profissionais da Psicologia, Psiquiatria e Psicanálise, que organizam o evento em Sergipe, e com adaptações feitas pela equipe da ASCOM/FANESE:

  1. Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas e instituições sociais do mundo reflitam, debatam, conheçam, planejem e efetivem ações em prol da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos e das próprias instituições. O uso da fita branca, as rodas de conversa em sala de aula, palestras sobre cuidados que devemos ter conosco e em favor do bem estar social;
  2. Chamar a atenção de todo o mundo para temas sobre Saúde Mental e Saúde Emocional nas vidas das pessoas, deixando claro que o assunto saúde mental é algo comum e natural de ser tratado em todos os âmbitos e espaços públicos e privados, desconstruindo a crença da cisão louco versus pessoa normal e permitindo que todos possam olhar para si, sem o estereótipo de “maluco”;
  3. Aproveitar a simbologia do início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus bons hábitos e do que andam fazendo para investir e garantir Saúde Mental e Saúde Emocional em suas vidas e nas vidas de todas as outras pessoas do seu relacionamento;
  4. Chamar a atenção das mídias e das instituições sociais, públicas e privadas, para a importância fundamental delas na promoção da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos cidadãos;
  5. Contribuir, decisivamente, para a construção, o fortalecimento e a disseminação de uma “cultura da Saúde Mental” que favoreça, estimule e garanta a efetiva elaboração de políticas públicas em benefício dos indivíduos e das instituições.

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