NUPEF – Núcleo de Pesquisa e Extensão

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A relação umbilical entre Iniciação Científica e desenvolvimento da Produção Científica não pode ser facilmente contestada. Do mesmo modo, ninguém objetará a importância da ciência para o desenvolvimento de uma nação que se pretenda democrática, próspera e socialmente justa. Se as premissas anteriores são verdadeiras, as instituições de ensino superior (IES) possuem grande responsabilidade. O papel histórico que desempenham é decisivo, pois grande parte da produção científica do mundo provém delas, das IES.

A FANESE entende tal desafio, razão pela qual fomenta as práticas investigativas, a exemplo da Iniciação Científica (IC). Elas se constituem como recursos notáveis no processo de formação, no percurso de aperfeiçoamento de seu corpo discente – e no docente, por certo. O caráter multidisciplinar de tais práticas estimulará, com efeito, a formação do cidadão. Dentre as várias competências adquiridas nestas experiências, destaque-se também a aptidão para o trabalho integrado a equipes.

A IC possibilita benefícios tanto para o corpo discente quanto para o docente. Para o discente, a IC cumpre a função de: despertar a vocação científica, incentivar talentos potenciais, através da participação dos envolvidos em projetos de pesquisa e extensão, o que possibilita o aprimoramento do estudante de graduação, o domínio da metodologia científica. Em suma, estimula o desenvolvimento do pensar científico e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto entre a teoria e os problemas da realidade.

Nesta trilha, foi criado o Núcleo de Pesquisa e Extensão – NUPEF. O núcleo foi instituído através de documento da IES (Portaria nº 24, de 5 de agosto de 2010), tendo como finalidade fomentar as práticas investigativas. Entre seus objetivos específicos estão: despertar nos estudantes e professores o interesse pela pesquisa científica e promover a produção acadêmica de professores e alunos.

O NUPEF atuou, inicialmente, no fomento de tais práticas com temáticas ligadas ao Direito e aos fenômenos jurídicos, em suas mais diversas manifestações. Atualmente, cobre todas os cursos oferecidos pela FANESE. A operacionalização das práticas investigativas ocorre, periódica ou eventualmente, por meio de editais que firmaram a criação do Programa de Iniciação Científica da IES (PIC-FANESE), consolidando uma política antes inédita na instituição.

O NUPEF se articula a todas as coordenações. Sua finalidade não é outra, senão facilitar, incentivar e orientar as pesquisas desenvolvidas em cada curso, independentemente dos editais de iniciação científica. Entre as suas atividades básicas estão:

  • A orientação para os alunos e professores que desejam iniciar atividades de pesquisa;
  • O cadastramento dos projetos de pesquisa/iniciação científica dos professores;
  • O encaminhamento dos pedidos de bolsa de iniciação científica;
  • O fomento ao desenvolvimento de pesquisa;
  • A assessoria para os professores que desejam publicar seus artigos ou relatórios de pesquisa em periódicos acadêmicos.

A política e prática de estímulo às atividades de pesquisa e de iniciação científica consistem:

  • No desenvolvimento da prática científica por parte do corpo docente e discente a FANESE: auxílio da promoção de atividades de Iniciação Científica;
  • No desenvolvimento científico e tecnológico das práticas de ensino;
  • Na concessão de auxílios aos projetos de pesquisa;
  • No programa de qualificação permanente dos docentes, para a produção científica;
  • Na divulgação dos resultados das atividades de pesquisa realizadas pela IES;
  • Na captação de recursos junto a agências financiadoras que viabilizem as atividades de iniciação cientifica;
  • Na realização de seminários, congressos e simpósios científicos, tecnológicos e institucionais.

A FANESE, também por intermédio do NUPEF, incentiva a produção acadêmica e publicação de seus resultados. Para tanto, conta com um instrumento importante: a REVISTA DA FANESE. Do mesmo modo, estimula os alunos a apresentarem seus trabalhos em congressos, submeterem a outros periódicos. Em tempo, a REVISTA DA FANESE tem por finalidade absorver e divulgar as pesquisas, produções acadêmicas e trabalhos afins dos professores e alunos da instituição, precipuamente.

As atividades de extensão são constituídas por todo e qualquer evento extracurricular desenvolvido numa instituição de ensino superior, dirigida à comunidade interna e externa, tais como: eventos culturais, técnicos, acadêmicos. Nesse sentido, o programa de extensão da FANESE fomenta a aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes, através de ações desenvolvidas pelos seus estudantes e professores. Na FANESE, a extensão materializa-se por meio de:

  • Ampliação e manutenção de programas de extensão, articulados com o ensino e a investigação científica, desenvolvidos sob a forma de atividades permanentes ou eventuais. O público alvo destas atividades é, sempre que possível, a população de baixa renda, as comunidades circunvizinhas da FANESE, em especial. Deste modo, reafirma-se assim o compromisso com uma educação inclusiva, com o desenvolvimento regional e com uma formação humanística e crítica;
  • Promoção ou patrocínio de eventos culturais, científicos ou de outros tipos. A finalidade é a criação de oportunidades para que a sociedade conheça a produção científica, cultural, etc., para que usufrua destas produções. Aqui se inserem, especialmente, Workshops, congressos, palestras e eventos do gênero;
  • Criação e organização de eventos em parceria com outras entidades com a finalidade de promover temas como empreendedorismo, exercício da cidadania e qualidade de vida;
  • Serviços desenvolvidos por atendimentos diretos à população, como é o caso do apoio à comunidade para confecção da declaração de imposto de renda;
  • Manutenção de vínculo com empresas, compartilhando com estas o banco de currículos criado pela IES;
  • Cursos de atualização científica, de aperfeiçoamento profissional, de difusão cultural, de especialização técnica e outros que possam constituir instrumentos para maior acesso ao conhecimento;
  • Estudos ou pesquisas para aumentar a informação sobre os processos de utilização do conhecimento, ou de acesso a ele, por parte da população em geral;
  • Apoio jurídico por meio do Núcleo de Práticas Jurídicas que gratuitamente atende à comunidade.

A extensão deve se constituir em processo (ensino/aprendizagem), considerando: a aplicabilidade do conhecimento; a reflexão crítica acerca do fazer pedagógico; o envolvimento de toda a comunidade acadêmica; o impacto na comunidade beneficiada; o intercâmbio com empresas e outras instituições, de forma a fomentar a ação cooperativa, em prol da sociedade.

O contato com a comunidade será o espaço para a socialização do conhecimento repassado e produzido na IES. Esse contato pode, inclusive, servir de estímulo para a criação de novos conhecimentos que possam contribuir para o desenvolvimento social, para a construção da cidadania do estudante, por meio do saber e da interação com situações desafiadoras da realidade social. Além disso, a extensão acarreta sempre uma aproximação entre os currículos de formação profissional e as demandas concretas da realidade social.

Prof. Dr. Gilberto de Moura Santos – Coordenador do NUPEF


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