Palestras sobre Carreira Jurídica

Fazer o bacharelado em Direito é importante. E a pessoa postulante a um cargo jurídico, deve conhecer as vantagens e desvantagens, em nível de alcance dos seus sonhos. Se por um lado, os pendores para servir à sociedade, defendendo o cliente com justiça, são uma boa justificativa ética e louvável, de outra forma, uma pesquisa de mercado, a fim de saber qual a vertente mais requisitada para a atuação desse profissional, faz-se necessária.

E entre advogar ou seguir carreira jurídica é mais um detalhe para que o acadêmico de Direito decida, durante o curso dele, qual caminho a seguir. Assim, a FANESE promoveu, nos dias 15 e 16 deste mês de agosto, cinco palestras – duas pela manhã e três pela noite. Os cinco expositores são professores da FANESE e profissionais de Direito, atuando na advocacia particular ou pública. O objetivo principal foi o de mostrar como o futuro bacharel pode eleger sua linha e área de atuação, de acordo com as orientações recebidas em aula e a partir desses cinco relatos de experiência citados pelos palestrantes.

No dia 15, tanto o professor Mateus Brito Meira, procurador do município de Aracaju, como a professora Niully Nayara Santana Campos, advogada criminal, contaram seus trajetos de vida e de estudos, até chegarem aos postos em que se encontram. Da mesma forma, procederam, em suas palestras no turno noturno dia 16, os professores Sandro Luís da Costa, promotor público, André Lucas Silva Santos, servidor público estadual, e Alexandre Alves Feitosa, advogado da Advocacia Geral da União (AGU).

Para os alunos presentes, a maior importância dos relatos feitos da vida privada e, principalmente, profissional dos mestres, está em mostrar, com simplicidade, que é possível ter sucesso no exercício de postos jurídicos no setor público, assim como no setor privado, desde que se prezem as causas admitidas e apontem-se soluções favoráveis aos seus clientes. Logo, escolher entre advogar ou seguir carreira depende do grau de engajamento na aplicação do Direito, de forma justa e humanitária. O coordenador de Direito, Marcel Ramos e assessora Patrícia Cáceres, revelaram a satisfação pelo êxito do evento.


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