FANESE no Outubro Rosa

Neste mês de outubro, a FANESE, a exemplo do que faz todos os anos, aderiu à Campanha contra o Câncer de Mama. Colaboradores e coordenadores de cursos usam boton com um destaque para o laço róseo. A cor rósea esteve em todos os monitores de sala de aula, de laboratórios e de todos os setores administrativos. Banners, cartazes e esta matéria, encerram as marcas da Campanha, deste ano, na faculdade.

Em geral, duas frentes de Ações ocorrem, sempre, no mês do Outubro Rosa: informações passadas à comunidade acadêmica sobre procedimentos para evitar o câncer de mama e o apelo à sociedade para o aumento da sensibilização, junto às famílias, no sentido de que a coleta de leite materno em Sergipe cresça nos pontos oficiais, a fim de que o atendimento da demanda reprimida evite maior incidência problemas de saúde e de morte prematura de bebês.

No caso da prevenção do câncer, profissionais desta área médica recomendam para: o controle do peso corporal; evitar a obesidade e adotar uma alimentação saudável; evitar o consumo de bebidas alcoólicas; praticar, regularmente, exercícios físicos; e fazer exames periódicos, para rastreamento de possíveis sinais positivos do câncer. O rastreamento tem evitado, em cerca de 12,6%, mortes por câncer de mama.

Sergipe possui três bancos de leite humano e um posto de coleta. São eles: Banco Zoé de Bittencourt, que fica na cidade de Lagarto e é vinculado à Maternidade Zacarias Júnior; o Banco de Leite Irmã Pepel, da Maternidade São José de Itabaiana. E em Aracaju existem: o Banco de Leite Marly Sarney; e o Posto de Coleta Fernando Guedes, lotado na Maternidade Santa Isabel. Outros pontos de coleta de vidros para acondicionar leite materno em Aracaju: Maternidade Nossa Senhora de Lourdes e Ambulatório Follow UP.

A dificuldade para a coleta do leite mamário (adesão às doações) é destacada por Crislaine Lima, gerente do Banco de Leite Marly Sarney, banco referência no Estado de Sergipe. Ela afirmou, em 4/4/2018(*): “Estamos elaborando o Plano, pensando nos problemas existentes e também nas possíveis intervenções que podem ser realizadas. […] Por dia, distribuímos, em média, cerca de dois litros de leite, para os hospitais, uma quantidade que é, ainda, considerada baixa para a demanda.” Espera-se que este problema esteja sendo mitigado.

Sobre a necessidade de melhoria constante na Rede do Aleitamento Materno em Sergipe, para a redução da mortalidade infantil, Izailza Matos Dantas, médica do Posto de Coleta de Leite Humano do Hospital Santa Isabel, ressalta: “Os prematuros correspondem a 10% dos bebês nascidos por ano e eles precisam do leite humano para sobreviver, desenvolver-se mais rápido e proteger-se de doenças. Então, melhorando a rede de aleitamento e aumentando a captação do leite humano, a mortalidade infantil [diminui consideravelmente] (…)”

“Como um dos grandes problemas é, ainda, o baixo número de doadoras de leite materno, há necessidade de que a população sergipana sensibilize-se mais com o assunto e abrace esta causa que precisa atingir todas as famílias.” (edubira, FANESE, 2019)

(*) Informações coletadas de: https://rblh.fiocruz.br/comissao-de-bancos-de-leite-humano-de-sergipe-se-reune-para-elaboracao-do-plano-estadual-das- acoes#.XN6 ZK2VUMUo.mailto. Acessado em: 26 out. 2018 por edubira@fanese.edu.br
Ler, também, em: https://saude.abril.com.br/medicina/exames-periodicos-evitam-mortes-por-cancer-de-mama-diz-estudo/


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